Foco do projeto chamado Ignite Straight Six era criar
interpretação única para o motor de seis cilindros e 1.649 cc, e acreditem, conseguiram! Confira:
A BMW iniciou um projeto batizado de “Ignite Straight Six”
que tem como objetivo criar novas interpretações a partir do motor de 6
cilindros e 1.649 cc da K 1600 GTL. Assim, entregou para dois customizadores
japoneses – Kenji Nagai da Ken’s Factory e Keiji Kawakita da Hot-Dock – um
modelo para ser modificado, cada um à sua maneira. Ambos mantiveram da moto
original apenas motor e quadro. Todo o mais foi retrabalhado e o resultado
foram duas verdadeiras obras de arte sobre duas rodas.
“No começo eu tinha em mente uma moto estilo bagger por se
tratar de uma touring. Mas simplesmente transformar uma touring em uma bagger era
uma escolha óbvio demais. Então pensei em uma abordagem diferente, no estilo
digger, com garfos longos e finos que fariam o motor de seis cilindros em linha
ainda mais proeminente”, explica Nagai.
Já Kawakita foi por outro caminho: “Encontrei uma fotografia
antiga de um cockpit conversível que parecia algo de um futuro próximo, então
tive a ideia de fazer uma moto com esse clima. Mas o trabalho foi longo e
árduo. Mesmo quando terminei, ainda não tinha certeza se o trabalho fora
concluído. Mas personalização é isso, não é?”.
Enquanto novas criações não surgem, assista a um vídeo dos
modelos:
Mais potência e leveza para os track days em autódromos e
facilidade de uso em ruas normais foram os pontos cobertos pela BMW ao lançar a
nova geração da superesportiva S 1000RR. Além do desempenho, a marca bávara
apostou alto na eletrônica e fez um face-lift a moto. A nova versão chegou ao
País em fevereiro com preços entre R$ 75.900 e R$ 78.400, sendo este último
cobrado pela versão pintada no esquema tricolor (preto, branco e azul).
No design, a moto mudou consideravelmente. Nada tão radical
que comprometesse sua identidade, mas dá para ver que a superbike passou por
sua primeira grande reestilização visual desde o lançamento, em 2009. Começando
pelos faróis assimétricos. O traço marcante da S 1000RR foi mantido, mas ganhou
novo desenho, com uma das lentes mais oval e a outra mais alongada.
As linhas da carenagem ganharam vincos e combinam melhor com
as “guelras de tubarão” do lado direito, mantidas da geração anterior. Já na
rabeta, destaque para uma lanterna mais larga e para o novo escape, feito com
desenho poligonal e com acabamento mais refinado em relação ao da antiga S
1000RR. A peça é ainda mais leve e pesa 3 kg a menos do que o cano arredondado
que equipava a superesportiva anteriormente.
POR DENTRO, OUTRA MOTO
Se as alterações estéticas são modestas demais para causar
impacto, a BMW assegura que, por baixo da carenagem, a conversa é outra. Começa
pelo motor. O quatro cilindros em linha de 999 cm³ agora é capaz de chegar a
199 cv de potência máxima a 13.500 rpm, um ganho de seis cavalos se comparado à
antiga geração. Agora o modelo oferece uma boa relação peso-potência, já que a
moto agora pesa menos: 204 kg em ordem de marcha. O torque também aumentou
levemente e atinge os 11,5 kgf.m a 10.500 giros. Todavia, segundo a fabricante
alemã, outra novidade é o fato do propulsor oferecer mais força na faixa das
5.000 rpm para deixá-la mais amigável e fazer com que o piloto se sinta no
controle mesmo sem levar a moto ao limite o tempo todo.
De acordo com a BMW o aumento da potência e do torque se
deve ao novo desenho das cabeças dos cilindros e às novas válvulas de admissão
e escape. Colaboram também o refinamento do acelerador eletrônico
(ride-by-wire) e uma nova caixa de ar, maior, alimentada pela grande abertura
frontal entre os faróis.
O pacote Premium, no qual a moto é vendida no Brasil, ainda
traz uma novidade bem-vinda para o câmbio de seis velocidades. O sistema
eletronicamente assistido (quickshift) agora também oferece a possibilidade de
reduzir as marchas sem precisar acionar o manete da embreagem. Antes, isso
estava disponível apenas para subir as marchas.
MAIS LEVE E INTELIGENTE
A S 1000RR 2015 ainda conta com novo quadro em alumínio.
Mais leve, a estrutura com geometria redesenhada mescla rigidez e flexibilidade
para oferecer, segundo a BMW, mais estabilidade. Tudo isso fez com que a moto
“emagrecesse” quatro quilos. Outra novidade é a adição da versão atualizada da
suspensão semi-ativa DDC (Dynamic Damping Control). Antes exclusivo da S 1000
RR HP4 – descontinuada nessa nova geração – o sistema ajusta automaticamente os
amortecedores de acordo com as condições do piso.
Os freios dianteiros consistem em dois discos flutuantes de
320 mm de diâmetro, mordidos por pinças radiais de quatro pistões. Já na
traseira, o responsável pela frenagem é um disco de 220 mm de diâmetro com
pinça de pistão único. Ambas as rodas são auxiliadas pelo sistema Race ABS, que
pode ser desligado e, dependendo do modo de pilotagem escolhido fica menos intrusivo
em prol da esportividade.
Eletrônica, aliás, é o que não falta na nova S 1000RR. Além
de contar com manoplas aquecidas, controle de tração (DTC) ajustável em sete
níveis, o Race ABS e a suspensão DDC, o modelo estreia a função “piloto
automático”. Assim como nos carros, o dispositivo impede que a moto ultrapasse
uma velocidade pré-estabelecida, evitando conduções inseguras e multas por
velocidade excessiva. O “cardápio” ainda inclui três modos de pilotagem de
série e outros dois disponíveis como opcionais no pacote Pro, que prometem
deixar a moto ainda mais agressiva nas pistas e mais dócil fora delas. Confira o vídeo!
A Michelin criou uma série batizada de "We are all
racers" (Nós somos todos pilotos), e o primeiro episódio coloca uma
supermoto e uma superbike acelerando juntas em um circuito fechado, em um vídeo
eletrizante!
Levamos a novidade para a pista e comparamos com mais cinco modelos de 2, 3 e 4 cilindros; veja o conteúdo exclusivo!
Apresentamos o comparativo naked que os fãs da categoria
estavam esperando. Colocamos a nova Yamaha MT-07 na pista para enfrentar nada
menos do que cinco adversárias de peso: Honda CB 650F, Triumph Street Triple,
Yamaha XJ6, Honda CB 500F e Kawasaki ER-6. Conheça um pouco mais de cada uma
dessas motos de 2, 3 e 4 cilindros, e veja os comentários do piloto de testes
Leandro Mello.
MT-09 Tracer a nova Crossover 3 cilindros da Yamaha promete conquistar uma legião de fãs pelo mundo.
Mesclar o conforto das big trails com a esportividade das nakeds em modelos orientados para o asfalto é a nova onda das fabricantes de motos. A Yamaha, além de aderir a essa tendência crossover, adicionou um ingrediente bem-vindo à mistura: o DNA da família MT. O resultado é a MT-09 Tracer, que utiliza a mesma base da naked, mas incorpora elementos focados nas viagens mais longas, como a carenagem parcial, para-brisa e protetores de mão.
No visual, as formas da balança, a posição do escape e até as mesmas rodas da MT-09 deixam bem claro a qual família a moto pertence. Na parte de cima, entretanto, a Tracer é bem diferente. A começar pelo tanque com capacidade para 18 litros – quatro a mais do que na naked – e passa pela semi-carenagem dianteira até chegar a traseira mais alta, desenhada para receber malas laterais opcionais.
Equipada com para-brisa ajustável em três níveis a “bolha” traz um conjunto óptico duplo bastante semelhante ao da naked FZ1, vendida nos Estados Unidos. Protetores de mão completam o conjunto e colaboram para dar à crossover o ar aventureiro insinuado pelas suspensões, que aparentam ter curso mais longo do que na versão convencional da moto. Mesmo com o foco na estrada, a Yamaha argumenta que a nova MT-09 Tracer é versátil e também foi pensada nos deslocamentos cotidianos, outra característica do segmento crossover.
Mesmo motor, ergonomia diferente
O propulsor da Tracer é o acertado tricilíndrico de 847 cm³ com tecnologia crossplane, que equipa a MT-09. Números de desempenho também não mudam: 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm com torque máximo de 8,9 kgf.m atingido nos 8.500 giros.
Aliás, desde o quadro tipo diamante em alumínio até os freios com discos de 298 mm de diâmetro na roda dianteira e 245 mm na traseira, ambas as motos partilham quase todos os dados técnicos, com exceção do ângulo de cáster, diminuído para 24ª na Tracer para facilitar as manobras. Até mesmo as suspensões têm o mesmo curso. Embora a ilusão de ótica passe a impressão de que a MT-09 Tracer tenha curso mais longo, tratam-se do mesmo garfo telescópico de 137 mm e a mesma balança monoamortecida com 130 mm. O peso é de 210 kg em ordem de marcha.
Na ergonomia, todavia, a Tracer mostra o quanto é diferente. Nela, o piloto encontra uma postura mais confortável do que a da naked e vai acomodado em um assento bipartido, cuja altura pode ser ajustada entre 845 e 860 mm. O mesmo vale para o guidão de alumínio, que permite duas posições: mais recuado ou mais à frente, de acordo com a estatura e preferência do condutor. O conforto da garupa também recebeu atenção e traz um assento mais espesso e alças de apoio mais altas e acessíveis.
Identidade própria
A MT-09 Tracer também incorpora os freios ABS, que atuam nas duas rodas, e os três modos de pilotagem da família, assim como o acelerador eletrônico (ride-by-wire). Mas, conta também com controle de tração, item útil, que visa deixar a condução mais segura, principalmente em estradas e ajuda a domar o comportamento do motor tricilíndrico.
Da mesma forma que outras fabricantes enxergam no crossover a receita ideal para atrair diversos perfis de motociclistas, a Yamaha também acredita que a Tracer deverá fazer sucesso entre os motociclistas e se consolidar como um modelo de identidade própria e não apenas uma versão extra da MT-09, como acontece com a Street Rally e a Sport Tracker.
Recém-chegada aos mercados europeu e norte-americano, a moto ainda não tem previsão para vir ao Brasil. Mas, para se ter uma ideia da diferença de preço, nos Estados Unidos, onde recebe o nome de FJ-09, a Tracer custa 10.490 dólares. O valor, que equivale a cerca de R$ 30.000, é 2.300 dólares mais caro do que a naked, lá chamada de FZ-09.
- Confira o vídeo de apresentação da Yamaha MT-09 Tracer
Mais de 40 anos depois, a continuação de um dos filmes mais clássicos sobre motociclismo!
O filme mais aguardado em seu
"re"- lançamento dos últimos tempos, pelo menos para velha guarda,
uma geração que viveu e curtiu um dos filmes independentes de maior bilheteria
de todos os tempos: O "Easy Rider – Sem Destino (1969)". Um filme que
influenciou diretamente nos pensamentos e valores de toda uma geração. A
geração do anarquismo, a geração dos anos 60.
O filme Easy Rider, quando
apareceu, tornou-se rapidamente um culto e a fonte de inspiração para muitos
amantes das duas rodas, por todo o mundo. A sua dimensão cresceu de tal
maneira, que até hoje conquista fãs. Protagonizado por dois atores até então
desconhecidos, Dennis Hopper (como Billy) e Peter Fonda (como Wyatt Williams),
apenas como registo os personagens referem-se a Wyatt Earp e Billy the Kid,
lendas do faroeste americano; e ainda como coadjuvante o também desconhecido
Jack Nicholson (que o tornou famoso pela indicação ao Oscar no filme como ator
coadjuvante, que também recebeu indicação pelo Roteiro de Peter Fonda, mas em
1975, Nicholson ganhou o Oscar de melhor ator com o filme “O estranho no
ninho”).
O novo filme "Sem Destino
Novamente", mostra em flashbacks como esses personagens muito cultuados
tornaram-se ícones de uma geração. Milhões de fãs ao redor do mundo deliravam
ao ouvirem o ronco da motocicleta Harley Davidson, chamada de Capitão América
pilotada por Wyatt, ao som do rock and roll dos anos 60/70, a da emoção e
liberdade que as estradas (parte na lendária Route 66) percorridas por nossos
heróis eram mostradas no filme. Agora toda uma nova geração poderá experimentar
a mesma sensação de liberdade através destes novos rebeldes das estradas em
"Easy Rider: The Ride Back".
Neste drama revisionista, o filme
mergulha na linhagem da família de Wyatt Williams, o personagem celebrizado por
Peter Fonda no filme Easy Rider original. Centrado em torno da família
Williams, com suas lutas internas ao longo da década de 40 aos dias de hoje,
enquanto eles lutavam para se manterem unidos aos outros, através da única
maneira que sabiam, seu amor pelas motocicletas e pela liberdade de sair pelas
estradas. Como seria de se esperar, ninguém do elenco original faz parte da
“viagem de volta” – os personagens morreram todos no final do Easy Rider - Sem
Destino (original), e por coincidência no novo elenco também não fazem parte
atores conhecidos.
A história do “The Ride Back”,
desenrola-se à volta do irmão do personagem interpretado por Peter Fonda, o
Wyatt no primeiro filme. O irmão dele, Morgan Willians, decide partir numa
viagem semelhante, percorrendo os E.U.A. acompanhado por um amigo, e novamente
de forma coincidente, usando as mesmas ou motocicletas parecidas com as do
filme anterior, entretanto durante a viagem, são confrontados com o passado e
suas lembranças.
A trilha sonora (ainda não
divulgada) mostra através do trailer que
o rock'n'roll vai rolar direto .
Qualquer vídeo que seja produzido pela marca de bebidas energéticas Monster, deve ser visto com muita atenção. Este que lhe mostramos aqui não foge à regra, até porque, para aquecer estes dias mais frios de Inverno, a Monster decidiu que os seus fãs também têm direito ao “backstage” da sessão fotográfica do seu novo calendário.
Numa produção de elevada qualidade – e não estamos a falar da filmagem em HD! -, ficamos a conhecer as novas Monster Girls 2012, que estarão presentes em vários eventos ao longo do próximo ano para animação dos fãs, como nas várias rondas do Mundial de Velocidade ou do Mundial de MX.
Mas como as imagens valem mais do que mil palavras, desfrute das Monster Girls 2012 no vídeo que pode ver em baixo. Imperdível!
Dois amigos estavam sentados em um restaurante e se perguntaram qual seria a mais rápida, BMW 1000 RR com seu motor 4 cilindros com 193 cv ou a BMW M3 com seus 8 cilindros e brutais 420 cv. Resolveram então colocar na pista e ver o resultado!
Se um dia você estiver na estrada, na segurança de seu carro, e um de nós passar vagarosamente, você verá que seu filho, sentado no banco de trás, de repente virar a cabeça, acenando empolgado, não tente entender seu filho.
Seu filho, com toda sua inocência, vê em nós uma centelha de algo que você nunca reparou!
E o motociclista acenará também, não há nada de errado e você sabe porque…
Anjos na terra se cumprimentam!
Motociclistas, um bando de Grandes e Estranhos caras Felizes em serem Motociclistas!
Prazer, eu sou um Motociclista.
O Rabo Duro Brothers Road agradece a todos o carinho e a consideração. Desejamos a todos 1000 vezes mais. Que esse seja sempre o espirito do Motociclismo Paz, Amor, União e Amizade. Obrigado a todos os nossos mais 56.000 visitantes e aos mais de 108 países pelo apoio e consideração. Um grande abraço