segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Teste da nova caixa da Yamaha no Motogp - Valentino Rossi & Jorge Lorenzo - fotos e videos



Depois de sabermos como decorreram os testes privados que a Honda e Suzuki realizaram em Motegi, estávamos à espera para que terminassem os dois dias de testes privados que a equipa principal da Yamaha realizou no circuito de Brno.

No entanto, nenhum meio de comunicação foi convidado pela marca a assistir aos testes onde marcaram presença os dois principais pilotos da Yamaha, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi, nem a equipa divulgou qualquer tipo de informação oficial sobre o que realmente aconteceu ao longo dos dois dias em Brno. Sendo assim, as informações que temos são apenas suposições, baseadas em informações de quem esteve nas bancadas do circuito checo e outras que reunimos de vários websites.

Embora a Yamaha tenha estado em pista durante dois dias, em que usufruiu de excelentes condições climatéricas, para testar várias novidades para a segunda metade da atual temporada de MotoGP, o maior e principal motivo de interesse era, sem dúvida, a possibilidade das YZR-M1 de Lorenzo e Rossi passarem a estar equipadas com a famosa caixa de velocidades “seamless”, solução já utilizada pela Honda e pela Ducati.

Esta tecnologia está no topo da lista de desejos dos pilotos Yamaha desde o início da temporada. Jorge Lorenzo e, principalmente, Valentino Rossi – que já sabe o que é utilizar uma caixa deste tipo depois de dois anos na Ducati -, há muito que pressionam os engenheiros da Yamaha para lhes entregarem esta novidade mas, a marca tem estado muito renitente em usar esta solução em corrida, mesmo já estando a desenvolver a tecnologia há largos meses, incluindo em testes de resistência para garantir a sua fiabilidade.

Nestes testes finalmente os dois pilotos puderam, supostamente, “saborear” o que é utilizar uma M1 com caixa “seamless”, e do que se conseguiu apurar, tanto Lorenzo como Rossi saem de Brno muito satisfeitos com esta novidade. Também Lin Jarvis, diretor do projeto de MotoGP da Yamaha, embora não confirmando a utilização desta caixa, deixou anteriormente indicações de que esta poderá ser uma novidade da marca para os próximos tempos e, alegadamente, também ele ficou satisfeito pela nova tecnologia.

Quanto às melhorias efetivas no comportamento da moto, apenas quando a Yamaha divulgar um comunicado oficial, provavelmente onde incluirá alguma, muito pouca, informação técnica, conseguiremos saber alguma coisa sobre este assunto, mas, felizmente, o responsável por um website checo de fãs de Valentino Rossi, esteve presente no circuito e divulgou alguns vídeos da Yamaha YZR-M1 em ação.

Para além de serem as únicas imagens disponíveis do teste, estes vídeos permitiram ainda a alguns fãs de MotoGP mais especializados em questões de som, analisar o ruído dos motores das motos de Lorenzo e Rossi e, comparando com o som dos mesmos motores noutras ocasiões, chegaram a algumas conclusões interessantes.

Através de amostras de áudio provenientes destes vídeos, e de acordo com análise realizada pelo website Motomatters.com, que mediu o tempo em que o motor se “cala” entre cada troca de relação de caixa, a Yamaha consegue agora trocar de relação em apenas 0.016s. Noutras gravações anteriormente realizadas pelo mesmo website, em que se sabia que a moto não tinha este sistema, as mesmas medições mostraram que a troca de relação de caixa na M1 demorava uns “longos” 0.038s. É uma melhoria de mais de 0.02 segundos em cada troca de caixa!

É assim possível realizar uma comparação inicial com o sistema altamente evoluído que a Honda utiliza na RC213V: a moto utilizada por Marc Marquez e Dani Pedrosa consegue trocar de caixa nuns assombrosos 0.009 segundos!

De acordo com o mesmo website, poderão existir diferenças entre as medições de cada amostra áudio, por as mesmas não terem sido realizadas através do mesmo aparelho gravador, mas, ainda assim, essas diferenças serão marginais e praticamente negligenciáveis.

Se esta diferença entre os tempos da caixa “seamless” da Yamaha e a solução utilizada pela Honda continua a dar vantagem à RC213V sobre a YZR-M1, é no entanto a outro nível que melhor se poderá verificar a importância deste sistema: a estabilidade da moto.

Ficou claro, e o próprio HRC admitiu isso quando revelou a utilização desta tecnologia em 2011, que o principal ganho por utilizar esta caixa não é o tempo que se ganha por volta de forma direta, mas sim, o tempo que se ganha por volta devido à maior estabilidade que os pilotos usufruem quando em aceleração à saída de curva.

Com este sistema um piloto pode acelerar forte à saída de uma curva, ainda em inclinação, pode trocar de caixa para acompanhar a aceleração, e não sente a moto a mexer, especialmente na traseira. Com isso ganha confiança para acelerar mais forte e mais cedo do que adversários que não tenham esta tecnologia e, ganha por isso uma vantagem adicional.

Isso mesmo é visível, particularmente nas imagens em “slow motion”, da Honda RC213V. Já no caso da Yamaha YZR-M1 é habitual vermos uma ligeira “sacudidela” da traseira em aceleração, altura em que os pilotos trocam de caixa, mas que são obrigados a dosear um pouco o acelerador para não sofrerem um dissabor.

Sendo certo que a utilização da caixa “seamless” é uma mais-valia para as equipas, no caso da Yamaha convém ter ainda em conta se a marca estará disposta a apostar na fiabilidade do sistema durante uma corrida, sabendo-se que a limitação do número de motores deixa as equipas com a necessidade de gerir ao “milímetro” a utilização dos motores de cada piloto.

Num dos vídeos deste teste, em que Rossi aparece já fora de pista na escapatória, algumas informações de quem esteve no local apontam para um forte ruído proveniente da caixa de velocidades da M1 do piloto italiano, mesmo antes da saída de pista. Apesar do motor da moto não ter ido abaixo, Rossi teve muitas dificuldades em voltar a engrenar uma mudança que lhe permitisse continuar em pista e, apenas quando foi auxiliado por um técnico da Yamaha a moto saiu da escapatória.

Aparentemente a Yamaha pode recusar a utilização em corrida caso a fiabilidade seja mesmo um fator ainda incerto mas, rumores vindos dos meios de comunicação italianos, apontam para que Jorge Lorenzo e Valentino Rossi estão a pressionar a direção da equipa para começarem a utilizar a caixa “seamless” já no próximo GP de Indianápolis.

A mais forte hipótese da entrada em ação desta caixa em competição por parte da Yamaha aponta para os três GP fora da Europa: Malásia, Austrália e Japão.

Valerá a pena a Yamaha arriscar comprometer a fiabilidade dos motores disponíveis para cada um dos seus pilotos? Deixe o seu comentário em baixo e veja os vídeos do teste privado da Yamaha em Brno.



Fonte: Motociclismo.pt

domingo, 11 de agosto de 2013

Feliz dia dos Pais e um ótimo domingo à todos!



Feliz dia dos pais!


Boa semana à todos!

sábado, 10 de agosto de 2013

Nova city da Yamaha é flagrada sem disfarces!



Depois do flagra da nova XTZ, mais um futuro lançamento da Yamaha é revelado. Nova city com motor de 150 cm³ e injeção eletrônica chega para brigar com a nova Honda CG 150 Titan
Ao contrário da trail, que foi flagrada por um leitor toda camuflada, a nova city — que será uma das principais atrações no estande da marca no Salão Duas Rodas, em outubro —, foi vista sem disfarces enquanto era fotografada para uma campanha publicitária à plena luz do dia em uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo. Assim como a nova XTZ, além do visual renovado ela será equipada com motor de 150 cm³ com injeção eletrônica, uma reivindicação antiga dos consumidores. É muito provável que a atual YBR 125 Factor, recentemente retocada, seja mantida para brigar com a linha CG Fan enquanto este novo modelo 150, mais moderno na mecânica e design, seja a arma da Yamaha para combater a linha Titan 150.



Fonte:
Redação Motociclismo / Gabriel Berardi

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Ascari Race Resort - Um resort para amantes da velocidade




A lenda  de Alberto Ascari

O nome do resort foi colocado em homenagem ao lendário duas vezes Campeão Mundial de F1, Alberto Ascari. O único piloto italiano á ter ganhado dois Campeonatos Mundiais de F1 da Ferrari.
Ascari está localizado na Serrania de Ronda (a cordilheira Ronda), na província de Málaga, na região sul da Espanha, Andaluzia. Situado em um vale cercado por montanhas de tirar o fôlego, esta bela paisagem dá Ascari sua beleza e caráter.




Tudo isso faz Ascari e seus arredores um dos melhores locais da Europa para relaxamento e entretenimento.
Ascari está situado perto de Ronda (Málaga), em uma área de beleza natural incomparável. A unidade foi projetada para satisfazer as necessidades dos amantes do automobilismo, bem como para atender a eventos corporativos privados e apresentações promocionais. Para este fim, a mais alta qualidade de instalações e serviços é sustentada por um atendimento verdadeiramente personalizado, onde eventos particulares ou empresariais, desde lançamentos de motocicletas e automóveis, a divertidos track days com seus amigos no fim de semana, seja de carro ou motocicleta.





Para correr com sua motocicleta ou com seu automóvel na pista é pago um valor de 1.500 €. Fora despesas de seguro e hospedagem se for necessário.

Ascari é a pista mais longa, na Espanha, e "uma das mais espetaculares do mundo."

O circuito completo é 5.425 metros de comprimento, com uma largura constante de 12,2 metros. As 26 curvas deste circuito anti-horário são divididos em 13 curvas para direita  e 13 curvas para esquerda, oferecendo um traçado equilibrado, tanto para o condutor quanto para o veículo. Uma variedade garante uma boa mistura de curvas em baixas e alta rotação. Para desafiar ainda mais tanto carro e motorista, a pista inclui subidas e descidas, e chicanes exigentes.



Ascari O pano de fundo é um paraíso para os amantes da natureza. Montanhas e florestas indígenas caracterizar um terreno intencionalmente desprovido de placas de publicidade e outras manifestações de comércio comum a outros circuitos de corrida.


Driving Academy (curso de pilotagem)
O Driving Academy Ascari oferece cursos de condução individuais e em grupo.

Os veículos que são fornecidos pelo curso incluem:
Lotus Elise
Ginetta
BMW Compact
BMW M6
Porsche GT3
Radical SR3
F3
Ascari GT3
Ascari LMP900
F1
Karts
Buggies

As instalações contam com:
  • Áreas particulares dos membros do clube
  • Pista principal
  • Trilha Buggy
  • Skid pad e kartódromo
  • 4x4track
  • Garagem
  • 300 carro garagem coberta
  • Club House com terraço e piscina
  • Restaurante
  • Conferência Municipal
  • Sala de reuniões
  • Pontos Hospitalidade
  • Vestiários
  • Posto de gasolina
  • Lava-jato
  • Escritórios
  • Recepção e controle de construção
  • Heliporto
  • Serviços

 Serviços
  • Vigilância 24 horas
  • Serviço de catering em casa
  • Gestão e coordenação de eventos
  • Parque de estacionamento
  • Veículo de reabastecimento
  • Serviço de garagem
  • Condução Academia Carros
  • Instrutores
  • Pista marshals
  • Instalações temporárias
  • Ambulância (A & E)
  • A equipe médica
  • Veículos de combate a incêndios
  • Veículos de resposta rápida
  • Veículos de resgate
  • Chuveiro e vestiários
  • Gerenciamento de serviços externos
  • Wi-Fi em todo o local
  • Serviço de transporte interno e externo
    Videos

    Lançamento Ducati Hypermotard Ascari Race Resort















quinta-feira, 8 de agosto de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Ducati abre mais duas concessionárias no Brasil!



A Ducati inaugurou no fim de julho mais duas concessionárias no Brasil, em Campinas e Ribeirão Preto, ambas no estado de São Paulo. A marca de origem italiana conta agora com três unidades no país.

Com uma área de mais de 1 000 m², a revenda de Campinas é a maior loja exclusiva da marca no mundo. Localizada na Av. Brasil, ela abriu as portas no último dia 25. No mesmo dia foi inaugurada a unidade de Ribeirão Preto, instalada na Av. Braz Olaia Acosta. Até o fim do ano, a Ducati promete ter 10 concessionárias em território nacional.

A marca italiana também divulgou a lista oficial de preços dos modelos no país. As nacionais custarão: Monster 796, R$ 37 900; Diavel Black, R$ 58 900; Diavel Cromo, R$ 63 900; e Diavel Carbon, R$ 69 900.

Importadas: Streetfighter, R$ 52 900; Multistrada ABS, R$ 67 900; Multistrada Touring, R$ 79 900; Multistrada Pike Peak, R$ 89 900; Panigale ABS, R$ 79 900; Panigale S, R$ 94 900; Panigale Tricolore, R$ 102 900; Panigale R, R$ 114 900.




Fonte: motociclismo.terra

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

NOVA HONDA CG - Preços e versões




Totalmente nova, menos nos motores. Assim é a nova geração da mais vendida das motos brasileiras, a Honda CG. O destaque técnico vai para a adoção de um chassi inteiramente reporojetado, que perdeu 4 quilos de peso mas ganhou em resistência, por conta do uso de um tipo de aço de especificação diferente. Outro aperfeiçoamento divulgado pela Honda é a melhoria nas suspensões, que tanto nas Fan quanto nas Titan ganharam alguns mm de curso e uma calibragem que privilegia a maciez. Idem com relacão ao banco, com nova espuma e desenho. O painel é outro destaque: totalmente digital.


Na edição da Revista da Moto! que estará em breve nas bancas, uma extensa reportagem mostrará todos os detalhes da novidade assim como um histórico dos diversos modelos de 1976 até agora. Não perca!

Conheça as versões e preços das novas CG Fan e Titan:

CG 125 Fan (KS/ES/ESD) Linha de entrada da família CG, todas exclusivamente movidas a gasolina. A mais barata dentre todas, a versão KS, tem preço sugerido de R$ 5.490. Se distingue das demais por não contar com aletas nas laterais do tanque de combustível. Nesta versão, a partida do motor de 125 cc é feita por pedal, e seu sistema de freio ainda é a tambor. A versão superior, a ES, cujo preço sugerido é de R$ 6.100, é dotada de partida elétrica e de aletas nas laterais do tanque.Os freios são a tambor.  A versão ESD, além da partida elétrica, dispõe de freio dianteiro a disco e custa R$ 6.250. Em todas elas a capacidade do tanque é de 15,4 litros (2l de reserva).

CG 150 Titan (5)CG 150 Fan (ESDi) É a Fan com motor de 150 cc, que roda com gasolina e etanol, e portanto dotada de um tanque de combustível maior que suas irmãs de 125 cc, com capacidade é de 16,1 litros (3,1l de reserva). Tanto o sistema de freio a disco como o de partida elétrica estão presentes, e o preço sugerido é de R$ 6.750. Na CG 150 Fan o painel digital conta com marcador do nível de combustível que não há nas 125 e o suporte de pedaleira do garupa é de alumínio.

Fan 125 ES (4)CG 150 Titan (ESD/EX)  Nas duas versões Titan, a CG oferece mais sofisticação. As aletas do tanque são maiores e são decoradas com grafismos. O painel tem também relógio digital e iluminação em cor azulada. As tampas laterais são exclusivas, na mesma cor dos grafismos do tanque. A pequena carenagem que envolve o farol também tem acabamento diferenciado, pintada na cor da moto. Na versão EX (R$ 7.830), as rodas são de liga-leve, com novo desenho. A ESD usta R$ 7.320. Assim como na CG 150 Fan, as Titan ganharam 5 mm de curso em ambas as suspensões, e também pneus radiais, uma novidade neste segmento no Brasil


Fotos:





Fonte: Revista da moto

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Universidade desenvolve capacete com cortiça




A ideia de aproveitar a ‘pele’ do sobreiro para reforçar a segurança da cabeça de quem anda de moto pertence um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro (UA). A equipa de Ricardo Sousa, professor do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM), verificou que, teste após teste, em relação à esferovite usada em exclusivo por todos os fabricantes mundiais de capacete, a cortiça não só tem maior capacidade para absorver um impacto como mantém essa característica intacta no caso de o motociclista sofrer na cabeça múltiplas pancadas.

“Os revestimentos interiores dos capacetes, que servem para absorver a energia em caso de impacto, são hoje feitos quase exclusivamente em esferovite”, diz Ricardo Sousa. “Este material, tem a vantagem de ser barato e leve mas tem uma grande desvantagem: quando sofre um primeiro impacto, deforma-se permanentemente, perdendo capacidade de absorção de energia. Assim, num eventual segundo impacto, o motociclista fica à mercê da sorte.”

Já o revestimento da UA, aponta Ricardo Sousa, “não só absorve muito melhor o impacto do que a esferovite pura, como mantém a capacidade de absorver impactos mesmo quando ocorrem vários seguidos”. A prova disso, empiricamente falando, “vê-se numa rolha de champanhe que, apesar de poder estar anos e anos comprimida no gargalo de uma garrafa, recupera praticamente a forma inicial assim que a bebida é aberta”.



“Por causa das legislações, a camada interna de esferovite tem vindo a aumentar ao longo dos anos. O resultado disso são capacetes cada vez maiores o que, esteticamente, não é muito agradável” diz Ricardo Sousa, também ele motociclista. Assim, o problema de tamanho que não se coloca com o projeto da UA já que a cortiça absorve mais energia de impacto que uma mesma quantidade de esferovite.

“Neste momento, depois de vários testes com diferentes associações entre esferovite e cortiça, existe já uma solução estudada e patenteada”, aponta o investigador. “É um híbrido”, descreve o responsável: “Trata-se de excertos de micro aglomerado de cortiça inseridos numa matriz de esferovite com as distâncias e tamanhos dos dois materiais devidamente estudados”.



A solução da UA para o revestimento dos capacetes pode torná-los mais caros. Mas a equipa de Ricardo Sousa está a pensar o quão vantajosa a proteção extra pode ser para capacetes de alta performance “em que o preço não é importante”:  Motociclismo, competições automobilísticas, ciclismo e hipismo são alguns dos desportos onde o capacete da UA pode vir a ser utilizado. A cabeça dos militares pode igualmente beneficiar da investigação do DEM.

“A partir do momento em que este material ficou afinado está disponível para ser aplicado a qualquer tipo de proteção, seja para a cabeça, seja para outra parte de corpo”, afirma Ricardo Sousa.



Fonte: Motociclismo.pt

terça-feira, 30 de julho de 2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

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